Oi, eu sou a Jú!
- Juliana Cremonine
- 17 de nov. de 2025
- 2 min de leitura
É um prazer me apresentar à você.
Sou uma mulher de 36 anos (se você estiver lendo isso em 2025), mãe da Nicolle - 20 anos, e do Pedro - 6 aninhos.
Sou casada com o Rafa, de 37 anos, e estamos escrevendo essa história juntos há 21 anos.
Começamos nossa jornada bem cedo, com apenas 15 e 16 aninhos. Éramos duas crianças disfarçadas de adolescentes, cheias de certeza de que éramos competentes e independentes como se fôssemos adultos.
Tivemos nossa gravidez na adolescência e transitamos por todas as fases que esse acontecimento pode provocar. Nos tornamos pais, nos tornamos casal, nos tornamos indivíduos — tudo de um jeito misturado e completamente fora de ordem.
E é daí que vem o nome desse cantinho.
Eu não acredito em uma ordem ideal pra viver, até porque viver não é seguir receita de bolo. Mas fato é que, quando você trilha um caminho que a maioria não trilha, você tem menos referências, menos identificação e, por isso, menos previsão do que vem pela frente.
Digamos que o caminho mais sinuoso é o caminho menos escolhido.
Mas a vida anda quer você queira, quer não.
E, por mais que a gente tente dividir tudo entre certo e errado, a verdade é que a vida é só o resultado do que fazemos nesse acumulado de tempo que passa. O que parece certo agora pode não parecer tão certo quando olhamos de longe. E o que parece errado pode virar um divisor de águas quando o tempo mostra que aquilo levou a algo bonito lá na frente.
É por causa dessa ambiguidade doida de viver que veio minha vontade de dividir com as pessoas um pouco do que a gente vive aqui dentro do nosso mundinho.
E, se tem uma coisa que aprendi nesse caminho meio torto, é que quando a gente compartilha nossas histórias, alguém do outro lado respira um pouquinho mais aliviado.
Às vezes por identificação, às vezes por curiosidade, às vezes só por companhia mesmo.
Este blog é isso: um espaço onde eu posso contar sobre o que aprendi até aqui, sobre o que ainda estou aprendendo, e sobre todas as versões de mim que existiram no meio do caos e do amor.
Seja bem-vinda ao meu Fora de Ordem.
Espero que, de alguma forma, você se sinta em casa por aqui.












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